Quer a barriga e o bumbum de Gimenez? Perca o preconceito contra o pilates

Nesta semana, Luciana Gimenez mostrou um pouco do segredo de seu corpaço aos 47 anos: a prática de pilates. A apresentadora postou vídeos em seu Instagram fazendo dois exercícios da modalidade. “Gimenez exausta” e “Morta com farofa” foram algumas das expressões que ela usou para descrever o esforço envolvido na execução dos movimentos.

Quer alcançar o mesmo resultado que ela? Então esqueça a fama de exercício leve que ronda o método de condicionamento físico, criado na década de 1920 pelo médico alemão Joseph Pilates.

“O pilates trabalha músculos profundos, o que é mais difícil de conseguir com os aparelhos de musculação da academia. Além disso, como se baseia em movimentos com poucas repetições, tem baixo impacto nas articulações”, afirma o professor doutor Thiago Fukuda, fisioterapeuta e diretor clínico do Instituto Trata, em São Paulo.

Segundo Fukuda, o pilates feito por Gimenez é a modalidade fitness em estúdio. A vertente consiste em movimentos executados em quatro aparelhos: chair (espécie de cadeira que proporciona oportunidades de trabalhar com maior resistência contra o corpo), reformer (parece uma cama deslizante com molas), cadillac (maior e mais completo dos aparelhos, suporta até 140 kg) e barrel (superfície curva na forma de barril conectada a uma escada ajustável de quatro a seis degraus). No vídeo que ilustra esta reportagem, Luciana se exercita nesses dois últimos.

Como seus movimentos exigem muita força na região abdominal e sincronicidade com a respiração, o pilates contribui para a barriga trincada da apresentadora. No exercício feito por ela no cadillac, além de trabalhar o abdome, Gimenez fortaleceu braços e pernas. Já no barrel, ela fortaleceu a coluna e, de quebra, os glúteos.

O especialista afirma que a prática da modalidade aliada a uma atividade aeróbica –como caminhada ou corrida— é a combinação perfeita para definir o corpo e queimar gordura. Para resultados como os de Gimenez, é preciso, pelo menos, duas aulas por semana, de 50 minutos cada.

Fukuda fala ainda que para ser eficiente é preciso praticar em estabelecimentos que ofereçam um instrutor para, no máximo, dois alunos. “Sob supervisão séria, a atividade oferece menos riscos de lesão do que a musculação tradicional.”

 

Fonte Portal UOL.

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