Dismetria das pernas: tem cura?

A Dismetria está impactando diretamente a sua qualidade de vida e você quer saber se existe cura para essa condição? Então continue lendo esse artigo para entender mais sobre essa condição e sobre as opções de tratamento de acordo com cada caso.

O que é dismetria?

Dismetria é uma condição na qual há uma diferença no comprimento das pernas de uma pessoa.

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Essa diferença pode ser estrutural, o que significa que uma perna é anatomicamente mais curta do que a outra, ou funcional, o que ocorre devido a problemas na articulação, músculos, tendões ou ligamentos que fazem com que uma perna pareça mais curta do que a outra, mesmo que ambas tenham o mesmo comprimento anatômico.

foto de dismetria

O impacto da Dismetria ou “perna curta” na qualidade de vida

A dismetria pode ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas afetadas.

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O grau de impacto varia dependendo da gravidade da diferença e de como a dismetria é gerenciada.

Dor e desconforto

A dismetria muitas vezes leva a dor crônica nas pernas, quadris, costas, joelhos e tornozelos.

Essa dor pode ser debilitante e afetar a capacidade da pessoa de realizar atividades cotidianas e desfrutar da vida.

Problemas de mobilidade

A diferença no comprimento das pernas pode causar problemas de mobilidade, dificultando a caminhada, a corrida e outras atividades físicas.

foto de dismetria

Instabilidade

A dismetria pode aumentar o risco de instabilidade nas pernas, o que pode resultar em quedas e lesões.

Desalinhamento postural

A diferença no comprimento das pernas pode levar a desalinhamentos posturais, o que pode afetar a marcha e a postura da pessoa.

Limitações nas atividades diárias

Pessoas com dismetria significativa podem encontrar desafios ao realizar tarefas simples, como ficar em pé por longos períodos, subir escadas ou carregar objetos pesados.

Impacto emocional

A dismetria pode causar estresse emocional e afetar a autoestima da pessoa devido às limitações e desconfortos associados.

Restrições na escolha de calçados

Em alguns casos, a dismetria pode exigir o uso de calçados ortopédicos ou palmilhas especiais.

Quais são os tipos de dismetria dos membros inferiores?

Os tipos de dismetria dos membros inferiores podem ser classificados de acordo com a natureza da diferença, seja ela estrutural ou funcional.

Dismetria Estrutural

Nesse tipo de dismetria, a diferença no comprimento das pernas é causada por uma alteração anatômica real nos ossos de uma ou ambas as pernas. As causas incluem:

  • Displasia do quadril

Anomalias no desenvolvimento do quadril podem resultar em uma diferença no comprimento das pernas.

  • Má formação óssea

Problemas no crescimento e desenvolvimento dos ossos podem causar diferenças no comprimento.

  • Lesões traumáticas

Fraturas que não se curaram adequadamente ou cirurgias ortopédicas prévias podem levar a diferenças no comprimento das pernas.

Infecções ósseas

Infecções, como osteomielite, podem afetar o crescimento normal dos ossos e resultar em dismetria.

Dismetria Funcional

Esse tipo de dismetria ocorre quando não há uma diferença real no comprimento dos ossos, mas fatores como problemas musculares, articulares ou de postura fazem com que uma perna pareça mais curta do que a outra.

  • Contraturas musculares: Encurtamento dos músculos da coxa ou da panturrilha pode afetar o alinhamento das pernas.
  • Contraturas articulares: Problemas nas articulações do quadril, joelho ou tornozelo podem causar uma diferença aparente no comprimento das pernas.
  • Problemas de postura: Desvios na coluna vertebral, como a escoliose, podem influenciar a percepção da dismetria.
  • Problemas neuromusculares: Condições neuromusculares que afetam o controle muscular podem resultar em desequilíbrios nas pernas, levando a uma aparência de dismetria.

Dismetria tem cura?

A dismetria pode ter diferentes causas, e a possibilidade de “cura” ou correção depende da causa subjacente e da gravidade da condição.

Dismetria Estrutural

Se a dismetria é causada por uma diferença anatômica real no comprimento dos ossos, como resultado de displasia do quadril, má formação óssea ou fraturas mal curadas, a “cura” pode envolver intervenção cirúrgica para corrigir a diferença no comprimento dos ossos.

A cirurgia ortopédica pode ser capaz de alinhar as pernas de maneira que a diferença no comprimento seja minimizada.

No entanto, a gravidade da dismetria e a capacidade de correção variam de caso para caso.

Dismetria Funcional

Se a dismetria for principalmente funcional, devido a problemas musculares, articulares ou de postura, a “cura” pode envolver a correção dos fatores subjacentes que estão causando a diferença aparente no comprimento das pernas.

Isso pode ser alcançado por meio de fisioterapia, exercícios de fortalecimento, alongamento e correção da postura.

Em muitos casos, a diferença funcional pode ser gerenciada com sucesso sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

É importante entender que, em alguns casos, a dismetria pode ser uma condição permanente que não pode ser completamente “curada”.

No entanto, a gestão eficaz da dismetria pode melhorar significativamente a qualidade de vida e reduzir os sintomas, como dor e instabilidade.

O tratamento da dismetria deve ser personalizado com base na causa específica e nas necessidades individuais do paciente.

A importância da Fisioterapia

A fisioterapia desempenha um papel fundamental no tratamento da dismetria, independentemente de a diferença no comprimento das pernas ser estrutural ou funcional.

Avaliação e diagnóstico

Fisioterapeutas são especialistas em avaliar o funcionamento do corpo, incluindo a biomecânica e a postura. Eles podem ajudar a identificar a causa subjacente da dismetria, seja ela funcional (devido a problemas musculares, articulares ou posturais) ou estrutural (envolvendo diferenças reais no comprimento dos ossos). Uma avaliação adequada é crucial para determinar o tratamento mais eficaz.

Desenvolvimento de um plano de tratamento

Com base na avaliação, o fisioterapeuta pode criar um plano de tratamento personalizado para abordar a dismetria. Esse plano pode incluir uma variedade de intervenções, como exercícios terapêuticos, alongamentos, técnicas de mobilização, fortalecimento muscular e treinamento postural.

Correção da postura e da marcha

A fisioterapia pode ajudar a melhorar a postura e a mecânica da marcha, o que é especialmente importante no caso da dismetria funcional. Através do treinamento postural e da modificação da marcha, os fisioterapeutas podem ajudar a minimizar a diferença aparente no comprimento das pernas e reduzir o impacto nas articulações.

Alívio da dor

A fisioterapia pode incluir técnicas de alívio da dor. Isso pode ser útil para reduzir a dor associada à dismetria.

foto de dismetria

Fortalecimento muscular

Os fisioterapeutas podem prescrever exercícios de fortalecimento direcionados para os músculos que suportam as pernas, quadril e tronco. Isso ajuda a melhorar o equilíbrio muscular e a estabilidade, reduzindo o risco de lesões e desequilíbrios.

Treinamento em exercícios e reabilitação em casa

Os fisioterapeutas podem ensinar os pacientes a realizar exercícios e alongamentos em casa como parte de seu programa de reabilitação contínua. Isso capacita os pacientes a desempenhar um papel ativo em seu tratamento.

Acompanhamento e ajustes

Os fisioterapeutas monitoram o progresso do paciente ao longo do tratamento e fazem ajustes conforme necessário. Isso garante que o plano de tratamento seja adaptado às necessidades individuais do paciente.

Prevenção de complicações

A fisioterapia pode ajudar a prevenir complicações relacionadas à dismetria, como lesões musculares, articulares e posturais adicionais.

O tratamento que vai devolver a saúde dos seus membros inferiores

A proposta do Instituto TRATA está fundamentada no conceito de inovação, no que se refere ao tratamento de membros inferiores (quadril, joelho e pé).

A garantia de resultados eficazes reflete os procedimentos adotados pela equipe:

Avaliação clínica detalhada

O paciente é submetido a uma avaliação clínica detalhada, feita por um especialista da equipe.

É esse primeiro passo que viabiliza um direcionamento específico ao tratamento, de acordo com o quadro particular de cada paciente.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: avaliação

Avaliação cinemática dos movimentos do corpo

A seguir, o paciente é levado a uma avaliação cinemática dos movimentos do corpo. A finalidade é analisar como os ossos e os músculos estão organizados na reação à gravidade e às forças atuantes no corpo humano. Para isso, utilizamos um software exclusivo de análise de movimento chamado TrataScan, cuja tecnologia avançada permite detectar quaisquer alterações na força ou funcionalidade das estruturas que acabam levando a um quadro inflamatório ou doloroso, por exemplo.

Assimetrias, padrões motores, lesões associadas, existência de compensações e quais estruturas devem ser trabalhadas são alguns pontos que podem ser avaliados durante essa etapa.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: avaliação cinemática 2D

Protocolo de tratamento das lesões dos membros inferiores

O último passo consiste na aplicação do protocolo de tratamento das lesões dos membros inferiores, formulado pela rede e baseado em evidências científicas.

O foco se concentra no alinhamento biomecânico dos membros inferiores com o objetivo final de melhora do quadro do paciente (sem recidivas) e, por conseguinte, de uma maior qualidade de vida.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: exercício de fortalecimento

Nenhum atendimento é padrão. Avaliamos as necessidades específicas de cada paciente e montamos a abordagem de tratamento mais assertiva para cada quadro.

A tecnologia faz parte do nosso programa de tratamento com o objetivo de oferecer aos pacientes o que há de mais avançado no tratamento conservador de Fisioterapia.

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Esse Guia Exclusivo foi elaborado pelos Fisioterapeutas do maior grupo especializado da América Latina.

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