Remédio para Dor no Púbis

A dor no púbis pode ser causada por uma variedade de razões, algumas são passageiras e outras são mais sérias, como a Pubalgia.

Hoje, você vai descobrir quando uma dor no púbis pode indicar uma condição mais séria, que requer acompanhamento especializado, e quando é algo temporário.

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Conhecendo a anatomia do osso púbico

O osso púbico é um osso do quadril que faz parte do osso do quadril.

Ele está localizado na parte frontal e inferior da pélvis e é uma das três partes que se fundem para formar o osso do quadril, juntamente com o ílio e o ísquio.

foto de dor no púbis

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O osso púbico é assimétrico e consiste em duas partes distintas que se encontram na linha média da pélvis. Essas duas partes são:

Sínfise púbica

É a área onde as duas metades do osso púbico se encontram e se unem.

É uma articulação cartilaginosa que permite um certo grau de movimento e flexibilidade entre as metades.

Durante a gravidez, a sínfise púbica pode se tornar mais elástica devido à influência hormonal, facilitando a passagem do bebê durante o parto.

Ramo púbico

O ramo púbico é a porção superior e lateral do osso púbico.

Ele se estende para cima e para fora a partir da sínfise púbica.

O ramo púbico se conecta ao ílio (parte superior do osso coxal) e ao ísquio (parte inferior do osso coxal) para formar o acetábulo, a cavidade onde a cabeça do fêmur se encaixa, formando a articulação do quadril.

O osso púbico desempenha um papel importante na estabilidade da pélvis e na capacidade de suportar o peso do corpo.

Ele está envolvido em movimentos do quadril, como a flexão, extensão e rotação do quadril, e é essencial para a locomoção e a postura.

Além disso, o osso púbico é uma área de referência anatômica importante para especialistas, uma vez que pode ser usada como ponto de referência para avaliar e medir a pélvis em diversos contextos clínicos, como na avaliação da postura, na análise do desenvolvimento ósseo e no planejamento de cirurgias ortopédicas.

Dor no Púbis: o que pode ser?

Dor no púbis pode ser causada por diversas condições e fatores. Algumas das possíveis causas incluem:

Pubalgia

A pubalgia, também conhecida como Síndrome da Dor Inguinal ou Síndrome do Adutor, é uma condição caracterizada por dor crônica na região da virilha e púbis.

Ela é frequentemente associada a atividades esportivas, especialmente em esportes que envolvem movimentos de rotação e torção da pelve, como futebol, hóquei, corrida e esportes de raquete.

A pubalgia é mais comum em atletas, mas também pode afetar pessoas que não estão envolvidas em atividades esportivas.

Os sintomas típicos da pubalgia incluem:

  1. Dor no púbis: A dor é muitas vezes sentida na parte frontal da pelve, perto do osso púbico, e pode irradiar para a parte interna da coxa.
  2. Dor que piora com atividade: A dor geralmente se torna mais intensa durante a atividade física, especialmente durante movimentos que envolvem rotação e torção da pelve.
  3. Rigidez e desconforto: Pode haver uma sensação de rigidez e desconforto na região da virilha.

As causas da pubalgia podem variar, mas frequentemente estão relacionadas a lesões nos músculos adutores (músculos da parte interna da coxa), sobrecarga, distensões musculares, desequilíbrios musculares ou tensão crônica.

A sínfise púbica (a articulação que liga as duas metades do osso púbico) também pode estar envolvida na origem da dor.

Lesões e Trauma

Quedas, pancadas, ou lesões esportivas podem causar dor no púbis, incluindo fraturas, distensões musculares ou contusões.

Sobrecarga Muscular

Atividades físicas intensas, especialmente aquelas que envolvem movimentos repetitivos, podem resultar em dor muscular no púbis devido à sobrecarga.

Distúrbios Articulares

Problemas nas articulações pélvicas, como a sínfise púbica inflamatória, podem causar desconforto na região do púbis.

Infecções

Infecções do trato urinário, órgãos reprodutivos, ou infecções sexualmente transmissíveis podem levar a dor no púbis.

Problemas Ginecológicos

Em mulheres, condições como endometriose, cistos ovarianos, miomas uterinos e infecções pélvicas podem causar dor na região púbica.

foto de dor no púbis

Hérnias Inguinais

Hérnias inguinais ocorrem quando parte de um órgão protrui através da parede abdominal na área da virilha, podendo causar dor.

Problemas Digestivos

Alguns problemas gastrointestinais, como apendicite ou diverticulite, podem causar dor na região púbica.

Problemas da Bexiga e do Sistema Urinário

Infecções da bexiga, pedras nos rins, ou cistite intersticial podem causar dor na região púbica.

Gravidez

Durante a gravidez, as mudanças no corpo da mulher podem levar a dor no púbis devido à pressão sobre a região.

Problemas na Coluna Lombar

Problemas na coluna lombar, como hérnias de disco, podem irradiar dor para a região púbica.

A dor no púbis associada à pubalgia durante atividades físicas é algo grave?

A dor no púbis associada à pubalgia durante atividades físicas não é necessariamente algo grave em todos os casos, mas requer atenção especializada e tratamento adequado.

foto de dor no púbis

Se você estiver experimentando uma dor no púbis confira as orientações abaixo.

  1. Gravidade da dor

Se a dor for leve e não interferir significativamente nas suas atividades diárias ou na prática esportiva, você pode considerar fazer ajustes temporários, como reduzir a intensidade do exercício, fazer exercícios de alongamento e fortalecimento e usar medidas de autocuidado.

  1. Busca por orientação especializada

Se a dor for moderada a grave, persistente ou piorar com o tempo, é aconselhável procurar um especialista. Um diagnóstico preciso é fundamental para determinar a causa da dor e o tratamento apropriado.

  1. Recomendações do especialista

O especialista avaliará sua condição e fornecerá orientações específicas. Isso pode incluir fisioterapia, exercícios de fortalecimento, uso de dispositivos de suporte e, em alguns casos, intervenção cirúrgica.

  1. Parar ou ajustar as atividades

A decisão de parar ou ajustar suas atividades físicas dependerá da recomendação do especialista. Em alguns casos, você pode ser capaz de continuar com atividades de baixo impacto enquanto se recupera.

A chave é não ignorar a dor, especialmente se ela estiver impactando significativamente sua qualidade de vida ou se tornando mais intensa.

Como funciona o tratamento?

O tratamento da pubalgia, que envolve a dor no púbis associada a lesões na região da virilha, geralmente é individualizado com base na gravidade dos sintomas e na causa subjacente.

Abaixo estão as abordagens comuns de tratamento para a pubalgia:

Fisioterapia

Um fisioterapeuta especializado pode criar um programa de exercícios personalizado que inclui exercícios de fortalecimento e mobilidade para os músculos da região da virilha e do core. Isso ajuda a melhorar a estabilidade e a biomecânica da pelve.

Medicamentos

Anti-inflamatórios podem ser prescritos por um especialista para aliviar a dor e a inflamação, porém é importante ressaltar que os medicamentos não irão resolver a causa do problema. O uso isolado de medicamentos irá mascarar o sintoma de dor no púbis a curto prazo, mas não impedirá que esse sintoma e outros mais graves voltem no futuro.

Injeções de corticosteroides

Em alguns casos, injeções de corticosteroides na área afetada podem ser usadas para reduzir a inflamação e aliviar a dor.

Tratamento da sínfise púbica

Em casos mais graves de lesão na sínfise púbica, a correção cirúrgica pode ser necessária.

Reabilitação esportiva

Para atletas, a reabilitação esportiva supervisionada por um especialista em esporte pode ser essencial para um retorno seguro às atividades esportivas.

Correção de desequilíbrios musculares

Corrigir desequilíbrios musculares é fundamental para prevenir a recorrência da pubalgia. Isso pode envolver exercícios direcionados para fortalecer os músculos fracos e alongar os músculos encurtados.

A abordagem de tratamento pode variar de pessoa para pessoa, dependendo da gravidade da condição e da causa subjacente.

É importante seguir as recomendações do seu especialista e não tentar voltar às atividades físicas antes de estar completamente recuperado, a fim de evitar agravar a lesão.

A recuperação da pubalgia pode levar semanas a meses, e a paciência e a aderência ao plano de tratamento são essenciais para um resultado bem-sucedido.

Em casos mais graves, a cirurgia pode ser considerada, mas geralmente é reservada para situações em que o tratamento conservador não é eficaz.

O tratamento que vai devolver a saúde dos seus membros inferiores

A proposta do Instituto TRATA está fundamentada no conceito de inovação, no que se refere ao tratamento de membros inferiores (quadril, joelho e pé).

A garantia de resultados eficazes reflete os procedimentos adotados pela equipe:

Avaliação clínica detalhada

O paciente é submetido a uma avaliação clínica detalhada, feita por um especialista da equipe.

É esse primeiro passo que viabiliza um direcionamento específico ao tratamento, de acordo com o quadro particular de cada paciente.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: avaliação

Avaliação cinemática dos movimentos do corpo

A seguir, o paciente é levado a uma avaliação cinemática dos movimentos do corpo. A finalidade é analisar como os ossos e os músculos estão organizados na reação à gravidade e às forças atuantes no corpo humano. Para isso, utilizamos um software exclusivo de análise de movimento chamado TrataScan, cuja tecnologia avançada permite detectar quaisquer alterações na força ou funcionalidade das estruturas que acabam levando a um quadro inflamatório ou doloroso, por exemplo.

Assimetrias, padrões motores, lesões associadas, existência de compensações e quais estruturas devem ser trabalhadas são alguns pontos que podem ser avaliados durante essa etapa.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: avaliação cinemática 2D

Protocolo de tratamento das lesões dos membros inferiores

O último passo consiste na aplicação do protocolo de tratamento das lesões dos membros inferiores, formulado pela rede e baseado em evidências científicas.

O foco se concentra no alinhamento biomecânico dos membros inferiores com o objetivo final de melhora do quadro do paciente (sem recidivas) e, por conseguinte, de uma maior qualidade de vida.

 Fisioterapia ortopédica e esportiva: exercício de fortalecimento

Nenhum atendimento é padrão. Avaliamos as necessidades específicas de cada paciente e montamos a abordagem de tratamento mais assertiva para cada quadro.

A tecnologia faz parte do nosso programa de tratamento com o objetivo de oferecer aos pacientes o que há de mais avançado no tratamento conservador de Fisioterapia.

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