Síndrome da Dor Fêmoropatelar

Trata-se de uma condição que envolve, sobretudo, a patela e o fêmur. A Síndrome da Dor Fêmoropatelar (SDFP) pode ser ocasionada por um desequilíbrio biomecânico, que atinge a articulação do joelho. Acomete cerca 25% da população, é mais comum em mulheres que praticam algum esporte do que em homens fisicamente ativos e é a patologia responsável por 1,5 a 7,3% de todas as pessoas que procuram atendimento médico.

Causas

Não se sabe as causas da Síndrome da Dor Fêmoropatelar, apesar de ter relação com desgaste.
A ciência ainda não sabe ao certo todas as causas da Síndrome da Dor Fêmoropatelar

Ainda não está claro para a ciência quais são todas as causas da Síndrome da Dor Fêmoropatelar, mas normalmente esta patologia pode estar associada ao desgaste da cartilagem retropatelar, sobrecarga ou impacto, ou seja, fatores que causam um desequilíbrio biomecânico da patela. Diversas causas podem estar relacionadas com a SDFP como condromalácia avançada, fraqueza de contração isométrica dos extensores de joelho (Quadríceps Femoral) e de quadril (Complexo póstero-lateral).

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Ao contrário do que se pensava antigamente, a condromalácia e a síndrome da dor fêmoropatelar também pode afetar pessoas “inativas” por meio da sobrecarga das atividades diárias de um indivíduo, contribuindo para aumentar a dor e perpetuando o problema.

Sintomas

O principal sintoma da síndrome da dor fêmoropatelar é a dor no joelho
O principal sintoma da síndrome da dor fêmoropatelar é a dor no joelho

O principal sintoma é a dor na região anterior do joelho. O paciente que desenvolve a síndrome da dor fêmoropatelar refere aumento da dor ao subir e descer escadas, agachar e saltar, e até mesmo ao ficar sentado por um longo período (sinal do cinema).

Outros sintomas incluem os estalos ao andar e correr e “sensação de areia” dentro da articulação. Se a síndrome não for tratada no início, o problema pode evoluir para uma rigidez articular, limitações funcionais e incapacidade.

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Diagnóstico e Exames

Profissionais especialistas, como fisioterapeutas e ortopedistas, devem realizar uma avaliação clínica a fim de avaliar prováveis insuficiências musculares, identificar o estágio da síndrome, acometimento de estruturas articulares, além de fatores que afetem o alinhamento articular.

Esta avaliação detalhada também têm como função distinguir entre a SDFP de outras possíveis patologias, como as tendinopatias, hoffite, lesões meniscais e ligamentares.

Tratamentos

O tratamento é conservador e primordialmente fisioterapêutico, visando o alivio das dores através de recursos de Eletrotermofototerapia (laser, gelo, terapia combinada, correntes) e melhorar o deslizamento da patela sobre o sulco troclear no fêmur, utilizando exercícios de fortalecimento muscular, controle motor e correções biomecânicas.

Os resultados das sessões de fisioterapia vão depender das características individuais de cada paciente, como o tempo de duração dos sintomas e o nível de dor, podendo apresentar melhoras significativas entre 10 e 20 sessões.

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